Pra quem gosta de ler, ver e ouvir - e outras coisas do tipo.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Os melhores de 1983

Continuando nossa listinha com os filmes mais marcantes da década de 80, vamos ao top five de 83 - lembrando que estão colocados pelo ano de lançamento.



Danton, O Processo da Revolução (Danton, França, Polônia)
Direção: Andrzej Wajda
Elenco: Gérard Depardieu, Wojciech Pszniak

A Revolução Francesa passou por um período de radicalização revolucionária chamado de "terror". Comandada por Roberpierre, temos uma fase de violenta, com constantes perseguições políticas e uma rotina de execuções pela guilhotina. Danton é um líder revolucionário que critica o rumo do movimento, tornando-se mais um alvo do terror instalado por Roberpierre. Esse drama histórico contou com a excelente interpretação de Depardieu.




E La Nave Va (E La Nave Va, Itália, França)
Direção: Federico Fellini
Elenco: Freddie Jones, Barbara Jefford, Victor Poletti, Peter Cellier, Elisa Mainardi.

É junho de 1914 e amigos, músicos e um jornalista partem num luxuoso navio que leva as cinzas de uma célebre cantora lírica - para espalhá-las nas águas de Erimo, sua ilha natal. Apesar de reunidos para um evento tão fúnebre, essas pessoas não conseguem esquecer suas intrigas e rivalidades. E então a Primeira Guerra explode e alguns refugiados sérvios, são socorridos pelo comandante do navio. É um filme com a marca indiscutível de Fellini: momentos exóticos e personagens bem excêntricos.




Monty Python - O Sentido da Vida (Monty Python, The Meaning of Live, Inglaterra)
Direção: Terry Jones
Elenco: Eric Idle, John Cleese, Terry Gilliam, Graham Chapman, Terry Jones, Michel Palin

O impagável grupo de humor inglês - cínico, sarcástico, áspero e hilário - Monty Python faz um registro sobre os assuntos mais importante da vida: trabalho, religião, morte, casamento e nada escapa a sagaz, inteligente e mordaz crítica do grupo. Ouso dizer: esse filme é ge-ni-al!





Scarface (Scarface, Estados Unidos)
Direção: Brian de Palma
Elenco: Al Pacino, Steven Bauer, Michelle Pfeiffer, Mary Elizabeth Mastrantonio, Robert Loggia, Miriam Collon, entre outros.

Al Pacino vive um dos gângsters mais impiedosos já retratados num filme: Tony Montana. Dirigido por de Palma, Scarface narra a história de um refugiado cubano que abre seu caminho a bala para formar seu império no tráfico de cocaína, em Miami. O roteiro é de Oliver Stone que adaptou a história de 1932: Scarface - A vergonha de uma nação, de Howard Hawks.




Christine, O Carro Assassino (John Carpenter's Christine, Estados Unidos)
Direção: John Carpenter
Elenco: Keith Gordon, John Stockwell, Alexandra Paul, Robert Prosky

Christine é baseado no best-seller de Stephen King (que, pessoalmente, afirmo: o melhor escritor de suspense - terror que já li).
Christine não é um carro qualquer; nela há uma força maligna destrutiva. ela seduz seu dono e faz qualquer crueldade para destruir quem se coloca entre eles.
Tanto o livro quanto o filme conseguem manter o suspense e sua expectativa até o final!



Cena do posto indo pelos ares

quarta-feira, 10 de março de 2010

As Mulheres Mais Perversas da História

Aproveitando o ensejo do Dia da Mulher, uma boa leitura sobre o "sexo frágil" é o livro As Mulheres Mais Perversas da História, escrito por Shelly Klein.
Klein conta as histórias de 15 diferentes mulheres, em épocas totalmente diferentes, que cometeram atos bem repulsivos.
Só para exemplificar, temos Lizzi Borden, que no final do século XIX, nos Estados Unidos, foi acusada de assassinar o pai e a madrasta a machadadas. Como na época era mais difícil provar autorias de crimes - pois ainda não existia nada próximo de um CSI - Borden acabou sendo inocentada das acusações.
O mais interessante é notar que, a mulher, sendo chamada de sexo frágil e coisas do tipo, quando faz coisas que geralmente são feitas por homens, não causam horror pelo ato em si, mas sim pelo fato de ser mulher.
Não dá pra parar de ler!

terça-feira, 9 de março de 2010

Menina solicita demolição da própria escola - com os professores dentro





Seria muito mais engraçado se isso não fosse uma manifestação sociopata de uma menininha... rs

domingo, 7 de março de 2010

Parabéns, mulheres!

Poderia escrever um bocado de pieguices sobre o dia da mulher, mas me recuso a entender essa data como a celebração do fato de que podemos procriar a espécie e também não faz nenhum sentido se sentir na obrigação de presentear ou cumprimentar alguém num dia como hoje só porque passou na novela que é assim que se faz.

Esse dia é para que a gente se lembre que muitas mulheres, no passado, lutaram por direitos que deveriam ser implícitos a nossa condição humana por si só, mas nos foi negado. Se hoje usamos calça comprida e cabelo curto é porque preconceitos medíocres como esses foram quebrados. Se hoje, por lei, temos o direito de receber o mesmo que um homem, num mesmo cargo, numa empresa qualquer, é porque alguém foi atrás desse direito. Só para exemplificar, aqui em terras onde canta o sabiá, as mulheres passaram a ter direito ao voto a partir da Constituição de 1934 - e isso não faz nem cem anos! Sem contar que, ainda hoje, existem mulheres que se dedicam a ajudar outras que apanham do marido e não conseguem se livrar da situação sem ajuda. Posso ficar lembrando situações e mais situações para exemplificar que a mulher, como qualquer outra "minoria" numa sociedade de homens brancos, teve muito trabalho para ter uma vida livre de submissão e, mesmo assim, sabemos muito bem que ainda há muito o que se fazer para neutralizar pensamentos e atitudes machistas e mesquinhas.

Agora, vamos ao assunto que me inspirou à escrever sobre a mulher. Outro dia estava fuçando pela internet quando me deparei com esta capa de revista:


Pelo que entendi essa é uma edição do ano passado, então é provável que essa criança já tenha nascido e tudo mais. Também pouco importa quem é Ingrid Guimarães. A questão é a seguinte: como é que existe tanta mulher disposta a aceitar que não existe outra opção na vida do que cultivar um corpo padrão para buscar sucesso e felicidade? A maioria das revistas voltadas para o público feminino estampam na capa: como ser bonita, magra e sexy - porque precisam nos convencer que só somos bonitas se formos magras e, por consequência, que só nos sairemos bem na insana luta para agarrar um bom partido se formos sexy e para tal temos que ser magras! Sou eu ou isso tudo soa meio esquisito demais?


Veja, ninguém aqui quer soar hipócrita! O problema não é se preocupar com a aparência; o problema é SÓ se preocupar com isso. A questão é acreditar que esse é o ÚNICO caminho possível para... ser feliz!

Olhem lá pra capa da revista de novo... AGORA sim o que mais me deixou... intrigada, digamos assim. Podemos ler o seguinte, na parte inferior: Atriz revela como faz para se manter bela e em forma durante a gravidez. Isso significa que uma mulher não pode engordar uns quilinhos nem quando está carregando uma vida em seu ventre? Nem quando engordar é absolutamente normal?


Você se lembra daquele provérbio latino Mens Sana in Corpore Sano? Significa Mente Sã em Corpo São, ou seja, a complementaridade entre mente e corpo. Uma mente funciona melhor num corpo saudável. Então, buscar um corpo mais bonito e saudável não pode ser o oposto de usar a cabeça pra pensar - afinal ela não serve só para separar as duas orelhas!


Por que será que nenhuma capa dessas revistas mais populares coloca uma mulher que precisou dormir pouco, comer mal para concluir um curso na faculdade e, depois de tudo, conseguiu se destacar naquilo que faz - mesmo sendo meio gordinha?


No fim das contas, eu me deparo com a seguinte situação: eu posso votar e trabalhar, posso escolher se e com quem vou me casar e posso optar por não ter filhos, mesmo causando um assombro em muita gente com minhas escolhas, posso viver bem assim porque tenho escolhas (é claro que essa premissa não vale para todas as mulheres, até porque muitas usam burca, né?)
Mas se eu resolver ter meus rebentos, terei que manter a forma! Afinal não ser o que todo mundo espera não é bonito nem aceitável. No fim das contas, sou mais corpo do que mente.


E vamos deixar claro que não estou dizendo que não devemos nos casar, ou ter filhos, ou ir na academia. Não estou dizendo que não devemos nos depilar. Feminismo não é o contrário de machismo. O que não podemos deixar é que nossos corpos sejam colocados como prioridade em detrimento de nossas mentes. Mens sana in corpore sano lembra? Não temos obrigação de ser o que está na revista, colega. Porque podemos ser o que quisermos. Peluda ou não, decidir é a solução. Liberdade, nesse caso, é escolha.


É moças... entretanto, é uma pena ver que ainda temos muitos sutiãs à queimar!!!!!

É claro, isso é só um gesto simbólico, tá? Não sou piromaníaca!

sábado, 6 de março de 2010

Histórias em Quadrinhos- Super-Homem

Como primeiro post de quadrinhos, eu achei que era justo fazer sobre o maior SUPER-herói de todos os tempos(já que o Batman não tem poderes), sim pessoas, a seguir algumas considerações sobre o Super-homem e a melhor história que eu já li dele.

Em primeiro lugar vamos entender o que a figura desse super-herói significa ao longo do tempo.

Criado em 1938 por Jerry Siegel e Joe Shuster, foi o primeiro super-herói a surgir, popularizando o gênero das histórias em quadrinhos com um apelo maior para o público mais jovem. Lançando histórias com mais ação e aventura, e personificando alguns ideais de vida, principalmente, norte-americanos. Devido a esse apelo e por ser o primeiro do gênero super-heróico, ele é considerado o maior de todos os heróis e líder natural da Liga da Justiça que segue todas as regras, e por isso é chamado de escoteiro. Ele é o ser maior forte do planeta, pode voar, todos gostam dele e se curvam ante sua compaixão com os fracos e oprimidos.

Por alguns desses motivos gera muita antipatia com alguns fãs de histórias em quadrinhos como usar as cores da bandeira no seu uniforme, sempre seguir as regras, às vezes até certa ingenuidade, e não usar o cérebro e somente a força.

A série em questão é a Grandes Astros ( All Star no original) que tinha a idéia de usar o grandes ícones da editora em histórias que não tivessem comprometimento com a cronologia oficial das revistas mensais, além disso foram escaladas equipes criativas de peso para as duas séries com Grant Morrison e Frank Quitely em Superman e Frank Miller e Jim Lee para o Batman.

Bom, pra começar vamos deixar claro, Grant Morrison é um gênio !! Deve ser colocado no mesmo patamar de Alan Moore, Frank Miller e Neil Gaiman. Com a mini-série Grandes Astros Superman ele conseguiu resgatar elementos da mitologia do herói que a muito tempo não se faziam necessários como o próprio supercão, Kripto, e os coadjuvantes que trabalham no planeta diário, e a variedade de cores da kriptonita.

Além disso, conseguiu retratar a personalidade do personagem com muita clareza, que é a de ajudar as pessoas, por que ele acha isso certo. Esse é na verdade o mérito dele, uma vez que foi criado por um casal de fazendeiros do interior a diferenciação de certo e errado é muito clara, junto da bondade intrínseca, que é uma alusão clara a pureza dos moradores do campo, que se mantém longe da malícia da cidade onde todos têm conceitos acinzentados, mas ainda assim é pra onde ele vai depois de crescer.

Dito isso, vamos a história em si: O Super-homem salva uma expedição que estava no Sol de uma monstro construído e controlado por Lex Luthor, mas em contrapartida absorve uma carga de energia solar maior do que suas células conseguem processar, assim ele ficará exponencialmente mais forte , mas também morrerá por isso.

A partir daí o Super-homem assume a tarefa de preparar o mundo para sua ausência. Tentar consertar as coisas e acertas as pontas soltas de sua existência até ali, isso incluí sua situação com Lois Lane, seu grande amor, e com a cidade engarrafada de Kandor com uma ultima medida do professor Quintum para devolvê-los ao tamanho normal.

Impressionantemente encara uma espécie de doze trabalhos mencionado por Sansão um viajante temporal, que lhe mostra a capa do jornal com a manchete de sua morte, e mesmo assim ele não se abala e salva, a sempre em perigo Lois Lane, somente usando a inteligência. Mas também vemos a preocupação desse herói em ir além de ameaças megalomaníacas, monstros interplanetários, e a invasão do planeta Bizarro. Ele também se preocupa com questões cotidianas, nada tão babaca como salvar um gato de cima de uma árvore, mas sim conversar com um suicida em seu derradeiro momento, ou curar o câncer em crianças no estado terminal.

Mas um momento que merece destaque é a experiência da criação de um mundo executada pelo herói para analisar como eles se sairiam sem seu protetor máximo. O que nos leva a questionamentos mais existencialistas da figura de um salvador, que como é colocado nesse mundo paralelo que ele sempre existirá, mesmo que de forma ficcional.

SPOILER(se não quer saber o fim da história pule esse parágrafo)-Por fim a grande vitória dele sobre seu arqui-inimigo vem justamente quando os papéis estão invertidos, Luthor está com poderes devido a uma fórmula, enquanto o Super-homem está cada vez mais fraco devido ao envenenamento celular, mesmo assim,usando a inteligência, ele sai vitorioso e ainda usa o restante de seus poderes para consertar o sol que havia sido “contaminado” por Lex.

Essa história é sem precedentes, por que mostra um Super-homem perfeito, mas que mesmo assim é uma criatura solitária por que não existe mais ninguém como ele, que ame tanto sua cultura natal , a kriptoniana, quanto o planeta que lhe acolheu, a Terra. Mostra que acima de tudo ele é SUPER por se preocupar com as pessoas mais do que elas mesmas, que é um ser que sente um amor que nunca poderá ser consolidado, e sofre com todas as perdas comuns aos humanos e todas vezes que alguma coisa não é como deveria ser. O Super-homem é um modelo a ser seguido como pessoa e para evolução da espécie, é comum ao homens precisar de um norte para não se perder no meio de tantas possibilidades que a vida nos apresenta.

Não existem personagens ruins, e sim os mal aproveitados, nem só de socos e pontapés vivem os super-heróis mesmo que quanto maior o desafio maior o herói , e o que mais aproxima os heróis dos leitores são as coisas que eles têm em comum.

Nota final- Sim ... é Super-homem, e não Superman. Eu também falo Guerra nas Estrelas e Comandos em Ação.

Weezer - Raditude



Essa é a capa do sétimo e mais recente álbum de estúdio do Weezer - Raditude, lançado em outubro do ano passado. Só de olhar a capa já dá pra imaginar o quão excêntrico esse Rivers Cuomo é, não? Quando você ouvir o disco terá certeza. Muitos fãs não curtiram essa empreitada da banda, principalmente por causa das experiências que o Dr. Cuomo resolveu fazer: a quarta faixa do disco Can't Stop Partying tem uma pegada bem rap, com direito a participação especial de um tal de Lil Wayne - que nunca vi mais gordo. Sem contar a baladinha Love is the Anwser, com direito a trechinho cantado em híndi - pelo menos eu imagino eu que seja híndi...
O disco é bom, sim. Goste ou não, Rivers continua fazendo o que gostamos de ouvir, mesmo tendo umas viagens beeeeem diferentes... A faixa Trippin' Down The Freeway é sensacional! E a primeira faixa do álbum (If You're Wondering If I Want You To) I Want You To é tão divertida quanto o vídeo, que veremos aqui:


quinta-feira, 4 de março de 2010

Cinema - Filmes 1982

Olá! Continuando nossas listinhas, lhe apresento os filmes mais marcantes lançados em 82:

Poltergeist - O Fenômeno (Poltergeist, EUA)
Direção: Tobe Hooper
Elenco: Craig T. Nelson, JoBeth Williams, Dominique Dunne, Oliver Robins e Heather O'Rouke.

Polter, que em alemão significa ruído e geist, espírito, formaram o título desse filme escrito e produzido por Steven Spielberg que, definitivamente, não é um baita filme, não mesmo. Mas muita gente ficou com aquele medinho vendo a história de uma família visitada por fantasmas e que fenômenos paranormais vão ficando mais estranhos e intensos a cada momento. O filme teve sequências: Poltergeist II - O Outro Lado (1986) e Poltergeist III - Cresce o Pavor (1988). Interessante é que muitos atores tinham medo de atuar nas continuações do filme, pois cinco morreram durante as gravações do primeiro longa, fora as histórias assombrosas que, reza a lenda, aconteciam com quem participou do filme.



E.T. - O Extraterrestre (E.T. - The Extra - Terrestrial, EUA)
Direção: Steven Spielberg
Elenco: Henry Thomas, Drew Barrymore, Dee Wallace-Stone, Peter Coyote e Debra Winger (que faz a voz do E.T.)

Contando a história de um alienígena perdido na Terra que faz amizade com um menino de dez anos, esse foi o primeiro longa a ultrapassar a marca de 700 milhões de doláres de arrecadação (que hoje não é muito perto do que Avatar já ganhou, mas pra época...). Fez - e ainda faz - tanto sucesso porque é atemporal e retrata uma amizade mágica e sem fronteiras.
No Oscar de 1983 venceu nas categorias Melhor Trilha Sonora, Efeitos Especiais, Efeitos Sonoros e Som e ainda concorreu para Melhor Filme, Diretor, Roteiro Original, Fotografia e Edição.


Fanny e Alexander (Fanny och Alexander, Alemanha, França e Suécia)
Direção: Ingmar Bergman
Elenco: Kristina Adolphson, Börje Ahlstedt, Pernilla Allwin, Kristian Almgrem, Allan Edwall entre outros.
No ínicio do século XX, um casal de irmãos perde seu pai. Logo, o garoto - Alexander - começa a ver o espírito do pai. Um tempo depois, a mãe Emilie se casa de novo, com um sujeito extremamente religioso e rígido, e os irmãos são obrigados a viver em uma casa de hábitos muito severos. Este fora um dos mais famosos trabalhos de Ingmar Bergman, que também assinou o roteiro desse longa e levou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, Fotografia, Figurino e Direção de Arte, em 1984.




A Escolha de Sofia (Sophie's Choice, EUA)
Direção: Alan J. Pakula
Elenco: Meryl Streep, Kevin Kline, Peter McNicol, Rita Karin, entre outros.

Baseado no romance William Styron, de 1979, A Escolha de Sofia narra o dilema de uma mãe polonesa que, num campo de concentração, é forçada por um soldado nazista a escolher um dos seus filhos para ser morto. Se não escolhesse nenhum, todos seriam mortos. A história é contada por um aspirante a escritor que, já em 1947, acaba tendo Sofia como vizinha. A atuação de Meryl Streep foi maravilhosa, tanto que lhe rendeu vários prêmios como Melhor Atriz, no Oscar, no BAFTA e no Globo de Ouro.





Blade Runner, O Caçador de Andróides (Blade Runner, EUA)
Direção: Ridley Scott
Elenco: Harrison Ford, Rutger Hauer, Sean Young, Edward James Olmos, M. Emmet Walsh, Daryl Hannah, entre outros.

Este longa de ficção científica vislumbra uma Los Angeles em 2019, onde é necessário que blade runners (uma polícia especial) caçe e "aposente" os replicantes - criaturas criadas para serem semelhantes aos humanos, porém mais fortes e ágeis, de modo a excercer tarefas desagradáveis para os homens. São criados no contexto da humanidade iniciando a colonização espacial. Esses replicantes têm um desenvolvimento agressivo e se rebelam - e passam a ter a presença proibida na Terra. Foi indicado ao Oscar, em 1983, nas categorias Melhor Direção de Arte e Melhores Efeitos Visuais.